RIO - A maior epidemia de ebola da História, que já atingiu ao menos 2.615 pessoas e matou 1.427, está aplicando um duro golpe aos que estão à frente dos esforços para conter o vírus. Médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde já somam 240 infectados e 120 mortos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), números classificados como “sem precedentes”. De acordo com a agência da ONU, nos três países mais atingidos (Libéria, Serra Leoa e Guiné), há apenas um ou dois médicos para tratar cada 100 mil pessoas, concentrados em áreas urbanas, e a situação tende a piorar com o aumento das mortes.

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